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Exército dos EUA elabora opções de ataques ao Irã após as eleições legislativas; Teerã ameaça retaliação agressiva

Altos funcionários norte-americanos disseram ao New York Times que os Estados Unidos e Israel têm planos para uma operação curta, mas intensa, enquanto autoridades iranianas afirmam estar a preparar uma resposta ampla.

Both News · Escrito por IA com base nas fontes citadas

Escrito a partir de 4 reportagens de veículos de todo o espectro

Atualizado:

O Exército dos Estados Unidos elaborou opções para um possível ataque ao Irã após as eleições legislativas (midterms), e autoridades iranianas afirmam estar a preparar-se para novos ataques e para uma resposta ampla por parte do próprio país.1,4

Altos funcionários norte-americanos disseram ao New York Times (The New York Times), que divulgou os planos na quarta-feira, que os Estados Unidos e Israel "desenvolveram planos específicos" para uma "operação curta, mas intensa" no Irã. Os alvos incluiriam instalações nucleares, infraestruturas energéticas e o arsenal de mísseis e drones do país. Um dos funcionários afirmou que o objetivo seria forçar o Irão a "concessões diplomáticas", enfraquecendo ainda mais a sua economia, uma vez que as negociações para pôr fim ao conflito não avançaram.4

O conflito começou no final de fevereiro. O The Hill descreveu-o como tendo durado mais de oito meses e noticiou que o Comando Central dos EUA (U.S. Central Command), responsável pelas forças norte-americanas no Médio Oriente, tem planos prontos para realizar ataques de seguimento contra o Irã, caso a Casa Branca os autorize.1,4

As eleições legislativas norte-americanas estão marcadas para 3 de novembro, e as eleições israelitas para 27 de outubro. As sondagens mostram que os preços elevados da energia, provocados pela guerra com o Irã, estão a prejudicar o Partido Republicano de Donald Trump. A DW escreveu que, após as eleições, Trump poderá sentir-se menos constrangido politicamente. O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, fez campanha com uma plataforma de mudança de regime no Irã.4

No dia 8 de outubro, Trump publicou nas redes sociais que os Estados Unidos não atacariam o Irã antes das legislativas, citando "discussões produtivas" com Teerã. Os Estados Unidos lançaram pela última vez ataques contra o Irã no início de setembro.4

No dia 15 de outubro, Trump disse à Newsmax que estava a considerar um ataque à Montanha Pickaxe, perto do complexo nuclear de Natanz, onde funcionários norte-americanos afirmam que o Irã poderá ter transferido material sensível relacionado com o programa nuclear para o subsolo. No dia seguinte, a CNN noticiou que Trump está a considerar o uso de uma bomba Massive Ordnance Air Blast contra alvos iranianos. A DW observou que a bomba cria uma onda de choque acima do solo, pelo que a sua eficácia contra instalações subterrâneas como a Pickaxe seria limitada.4

Dois grupos de porta-aviões norte-americanos estão no Mar Arábico, e um terceiro deverá chegar até ao final de novembro. No início de outubro, a Axios noticiou que o Pentágono instruiu o Comando Central dos EUA "a concluir os preparativos para retomar operações de combate em larga escala no Irã". Os Estados Unidos mantêm também um bloqueio às exportações de petróleo iraniano no Estreito de Ormuz, o que reduziu as receitas petrolíferas de Teerã.4

As negociações têm estado bloqueadas devido ao programa nuclear iraniano, que, segundo funcionários norte-americanos, deve ocupar o topo da agenda. A proposta mais recente do Irã, enviada através de mediadores do Catar, prevê a reabertura do Estreito de Ormuz sob controlo iraniano, em troca de os Estados Unidos levantarem o bloqueio marítimo, libertarem ativos congelados e pôr fim às ações militares.4

Citando autoridades iranianas, a Reuters noticiou esta semana que o Irã está "a preparar-se para novos ataques israelitas e norte-americanos, e não para um acordo com os Estados Unidos para pôr fim à guerra", e que Teerã estaria a prolongar as negociações para tentar enfraquecer Trump antes das legislativas. O Irã tem também reconstruído as capacidades de mísseis e drones que foram atingidas numa onda de ataques nas primeiras semanas da guerra.4

Ali Asghar Shafieian, assessor de imprensa do Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse à DW que, embora os Estados Unidos tenham uma vantagem tecnológica e militar significativa, a estratégia do Irã assenta em preservar o controlo do governo sobre o país, em vez de igualar a força norte-americana. "Os Estados Unidos têm a vantagem em poder militar e tecnologia, mas a força do Irão está na forma como lida com uma crise", afirmou Shafieian.4

O Irã comunicou aos governos da região que as bases militares norte-americanas e as infraestruturas críticas poderão tornar-se alvos se os países vizinhos apoiarem outra operação dos EUA ou de Israel. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, advertiu que a participação ou a cooperação dos Estados da região resultaria numa "resposta decisiva e proporcional". Araghchi publicou na quarta-feira na rede X: "O Irão está preparado para dar outra oportunidade à diplomacia se virmos provas sólidas de um desejo sincero por parte dos EUA de construir confiança e alcançar uma solução justa." E acrescentou: "Mas, se os EUA escolherem a guerra em vez da diplomacia, isso resultará certamente num fracasso estratégico ainda maior."4

As reportagens não incluem qualquer comentário oficial do Pentágono ou da Casa Branca sobre os planos. Não se sabe, a partir das reportagens, se foi tomada uma decisão de atacar. O The Hill descreveu as opções como planos militares dos EUA, enquanto o New York Times noticiou planos elaborados conjuntamente pelos Estados Unidos e por Israel. As eleições legislativas norte-americanas estão marcadas para 3 de novembro, e um terceiro porta-aviões é esperado no final de novembro.1,3,4

Rahman Ghahremanpour, analista político sediado em Teerã, disse à DW que os preparativos do Irã vão além de mísseis e drones, passando por dar prioridade à segurança interna, incluindo o confronto com grupos armados de oposição e a preparação para eventuais protestos. Algumas fações dentro do Irã apoiaram o regresso a um acordo negociado, afirmou, mas considera que as exigências de Washington são agora tão extensas que mesmo os funcionários favoráveis a um compromisso têm dificuldade em obter apoio interno para as aceitar. "Por agora, estamos perante um impasse", disse Ghahremanpour. "Os funcionários iranianos não parecem otimistas quanto a chegar a um acordo."4

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Como cada lado contou

Centro

O The Hill, a France 24 e a DW deram destaque às opções militares dos EUA ou ao relato do New York Times sobre os planos, tendo a DW acrescentado declarações de autoridades iranianas, opiniões de analistas e a diplomacia em impasse.

Direita

O Washington Times enquadrou a história em torno de um título que afirmava que os EUA e Israel estavam a elaborar planos de ataque ao Irã para depois das legislativas, atribuído a uma reportagem; o texto do artigo não foi incluído no material analisado.

Fontes

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4

Escrito por IA apenas a partir das reportagens listadas abaixo. Palavras carregadas são removidas, cada afirmação é atribuída a quem a fez e cada fato tem link para os veículos que o publicam. Se algo parecer errado, confira as fontes e nos avise.

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