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Trump avalia retomar ataques ao Irã após as eleições de meio de mandato enquanto o Irã afirma ter atingido sete embarcações

The Atlantic (The Atlantic) noticiou que Trump considera uma nova rodada de ataques ao Irã, provavelmente depois das eleições de meio de mandato, enquanto Teerã afirma ter atingido sete embarcações e alerta para ataques mais amplos contra bases dos EUA.

Both News · Escrito por IA com base nas fontes citadas

Escrito a partir de 8 reportagens de veículos de todo o espectro

Atualizado:

O presidente Donald Trump está considerando retomar ataques militares contra o Irã, provavelmente logo após as eleições de meio de mandato, informou The Atlantic, citando autoridades. A reportagem surgiu no momento em que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, por meio de sua Marinha, afirmou ter atingido sete embarcações no Golfo Pérsico e nas proximidades do Estreito de Ormuz, uma alegação que não foi confirmada fora de Teerã.1,5,8

O plano em análise envolveria vários dias de ataques contra o arsenal de mísseis e drones do Irã, sua infraestrutura energética e suas instalações nucleares, disseram autoridades à revista. Ele combinaria duas abordagens que Trump ouviu de assessores: o argumento do secretário do Tesouro, Scott Bessent, de que um bloqueio dos EUA ao Estreito de Ormuz, somado a sanções, forçará o Irã a negociar, e o pedido do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por mais uma rodada de ataques para derrubar o regime. Um assessor externo afirmou: "a pressão econômica está funcionando, e acreditamos que o Irã está chegando à beira do abismo".1

Trump sinalizou que uma decisão está próxima. Na noite de quarta-feira, disse a jornalistas: "A maioria das pessoas parece achar que será depois da eleição, e vamos ver o que acontece". Na quinta-feira, afirmou: "Nós demos uma surra neles. E talvez façamos mais um pouco". Questionado sobre negociações, respondeu primeiro: "Um pouco, mas vamos ver o que acontece", e depois: "Acho que não estamos negociando".2

A Casa Branca descartou ataques americanos antes das eleições de meio de mandato. "Os Estados Unidos não atacarão o Irã em nenhum momento antes das eleições de meio de mandato", disse Anna Kelly na quinta-feira. A Breitbart a identificou como porta-voz da Casa Branca, enquanto a Daily Caller News Foundation a chamou de vice-secretária de imprensa principal. Trump não autorizou nova ofensiva, e a decisão sobre retomar os ataques permanece em suas mãos.2,5

O New York Times informou na quarta-feira, citando autoridades americanas de alto escalão, que planejadores americanos e israelenses desenvolveram planos para uma "operação curta, mas intensiva" no Irã, destinada a forçar "concessões diplomáticas" ao enfraquecer sua economia. A Breitbart descreveu o plano como uma ofensiva potencialmente de três dias, enquanto o relato da DW não informou a duração. Os alvos propostos incluem instalações petroquímicas e o complexo nuclear de Pickaxe Mountain. Dois grupos de ataque com porta-aviões americanos estão no Mar Arábico, e um terceiro é esperado até o fim de novembro.2,8

A ABC News informou na quinta-feira, citando duas fontes israelenses, que autoridades de Israel esperam uma ofensiva conjunta logo após as eleições de meio de mandato. "A temporada de caça começa assim que as eleições terminarem, e é óbvio que eles não vão esperar muito", disse uma fonte. Netanyahu declarou na quarta-feira: "Há apenas uma forma de remover essa ameaça de uma vez por todas: derrubar o regime no Irã". Israel realiza sua eleição em 27 de outubro.2,8

O secretário de Guerra, Pete Hegseth, fez uma visita não anunciada a Israel na segunda-feira, quando planos para novos ataques foram discutidos, segundo uma fonte israelense. Hegseth disse a jornalistas na terça-feira: "Causamos uma devastação histórica às capacidades militares deles, mas, se eles não estiverem dispostos a abrir mão disso e o presidente pedir para ir ainda mais longe — estamos preparados". O Comando Central dos EUA recusou-se a discutir mobilizações específicas, citando segurança operacional.2

A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou na quinta-feira ter atingido sete embarcações. Disse que quatro navios que havia rastreado, e que alegou estarem realizando transferências ilegais de petróleo de navio para navio, foram atingidos e pegaram fogo no norte do Golfo Pérsico na quarta-feira, e que outros três atingiram minas navais a oeste do Estreito de Ormuz. A televisão estatal iraniana informou que três petroleiros foram danificados e imobilizados. As alegações não foram confirmadas fora de Teerã, e as forças militares iranianas não identificaram as embarcações. A Al Jazeera classificou os ataques como uma "grande escalada". Caso sejam confirmados, informou a Associated Press, seriam o maior número de embarcações comerciais danificadas em um único dia nas proximidades do estreito desde que EUA e Israel lançaram a guerra em 28 de fevereiro.5,6

O Irã ameaçou uma resposta mais ampla caso os ataques sejam retomados. O general de divisão Mohsen Rezaei, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, disse ao Drop Site News que "cabos, data centers e instalações de inteligência artificial também podem ficar ao alcance" em caso de guerra. "Se o conflito recomeçar, teremos um plano mais amplo", alertou. Mohammad-Saleh Jokar, presidente da Comissão de Assuntos Internos do parlamento, pediu às autoridades que permitam "o uso de armas de dissuasão, incluindo armas nucleares" caso os Estados Unidos ataquem, segundo a Iran International.2

O Brent chegou a mais de US$ 113, seu nível mais alto desde maio. A senadora Elizabeth Warren afirmou que pelo menos 23 militares americanos morreram e que mais de US$ 45 bilhões em "dinheiro dos contribuintes" foram gastos na guerra. "Ninguém parece capaz de explicar o que essa guerra conquistou ou quando vai terminar", disse Warren.4,6

Analistas apresentaram visões divergentes. Trita Parsi, do Quincy Institute for Responsible Statecraft, afirmou: "As forças que empurram as coisas para outra rodada de guerra são muito mais fortes do que as forças que puxam no sentido contrário". Steven Bucci, pesquisador visitante da Heritage Foundation e ex-funcionário do Pentágono, disse: "O Irã está nos últimos suspiros de sua capacidade militar".5

A mais recente proposta do Irã, enviada por mediadores do Catar, reabriria o Estreito de Ormuz sob controle iraniano em troca do fim do bloqueio dos EUA, da liberação de ativos congelados e do encerramento das ações militares. "No momento, estamos diante de um impasse", disse Rahman Ghahremanpour, analista político sediado em Teerã. "Autoridades iranianas não parecem otimistas quanto a chegar a um acordo".8

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Como cada lado contou

Esquerda

O The Atlantic enquadrou a história como uma aposta de Trump, abrindo com os conselhos concorrentes de Bessent e Netanyahu e o plano de ataques descrito por autoridades, enquanto a NBC News começou com a reação do mercado e associou a guerra com o Irã a preocupações com os altos gastos em inteligência artificial.

Centro

A CNBC liderou com o mercado de petróleo, relatando que o Brent chegou a mais de US$ 113 depois que Trump insinuou ação, e as atualizações ao vivo da Al Jazeera incluíram os ataques iranianos a sete navios descritos como uma grande escalada, além das críticas da senadora Warren. A DW deu destaque às eleições de meio de mandato, à eleição israelense e aos preparativos do Irã e às negociações paralisadas.

Direita

A Breitbart começou com a declaração de Trump de que os EUA podem atacar o Irã novamente e dedicou amplo espaço à diretriz de mudança de regime de Netanyahu e às ameaças iranianas. A Daily Caller News Foundation começou com a alegação iraniana de ataques a sete embarcações e incluiu um especialista que afirmou que o Irã está nos últimos suspiros de sua capacidade militar. A peça do New York Post, publicada como opinião, tinha o título "Irã pressiona forte em sua reconstrução nuclear — desafiando Trump a atacar de novo", mas apenas esse título estava disponível para esta história.

Fontes

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7
  8. 8

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