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Suprema Corte (Supreme Court) mantém bloqueio a política de Trump que limita tratamento para presos transgêneros

Os ministros emitiram uma ordem sem assinatura, com os votos contrários dos ministros Clarence Thomas e Samuel Alito, mantendo o bloqueio de um tribunal inferior a uma política do Departamento de Prisões (Bureau of Prisons).

Both News · Escrito por IA com base nas fontes citadas

Escrito a partir de 8 reportagens de veículos de todo o espectro

Atualizado:

A Suprema Corte na quarta-feira recusou-se a permitir que o governo Trump aplicasse uma política do Departamento de Prisões que acabaria com tratamentos hormonais e certas cirurgias para presos transgêneros, mantendo em vigor uma decisão de um tribunal inferior que a bloqueava.4,6,7

A corte agiu por meio de uma ordem sem assinatura, de uma única linha, que rejeitou o pedido de emergência do Departamento de Justiça (Justice Department), que havia solicitado aos ministros que suspendessem a decisão do tribunal de primeira instância e restabelecessem as novas regras. Os ministros Samuel Alito e Clarence Thomas votaram contra, afirmando que teriam permitido ao governo aplicar a mudança.4,7

A política de fevereiro do departamento afirmava que não ofereceria cirurgias nem terapia hormonal para tratar a disforia de gênero (gender dysphoria). Presos que já recebiam tratamentos hormonais poderiam ser submetidos a um plano de redução gradual que levaria, eventualmente, à interrupção. Pelas regras, o departamento também deixaria de fornecer acomodações sociais, como enchimento para seios, faixas compressoras, perucas e maquiagem, a presos com disforia de gênero.4,6,7

A política seguiu uma ordem executiva do presidente Trump que proibia o uso de verbas federais para procedimentos ou tratamentos médicos de presos transgêneros sob custódia do Departamento de Prisões. Em um memorando que acompanhava a política, o departamento citou essa ordem e disse ter alterado suas regras para "refletir um tratamento para a disforia de gênero mais alinhado com as informações científicas mais recentes", mantendo-se, ao mesmo tempo, coerente com sua política de longa data de atendimento médico individualizado e levando em conta "preocupações complexas de segurança e administração no ambiente carcerário".7

A ação foi apresentada no ano passado em nome de pessoas encarceradas diagnosticadas com disforia de gênero. Em junho, o juiz distrital dos EUA Royce Lamberth, nomeado pelo presidente Ronald Reagan, emitiu uma ordem impedindo o governo de aplicar a política de fevereiro e exigindo que o departamento continuasse a oferecer intervenções médicas e acomodações sociais ao grupo. "O tribunal não se envolve na guerra cultural travada contra pessoas transgêneras", escreveu Lamberth em uma decisão de 31 páginas. Em agosto, ele emitiu uma ordem que manteve o bloqueio à política.7

Um painel de três juízes do Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito do Distrito de Columbia (U.S. Court of Appeals for the District of Columbia Circuit) recusou-se então a suspender a liminar, em decisão por 2 a 1. O tribunal de apelações afirmou que o departamento "não considerou adequadamente sua própria experiência na prestação de cuidados de afirmação de gênero sob sua política anterior" e não demonstrou de forma convincente que era provável que vencesse o mérito do caso.7

O governo recorreu à Suprema Corte no mês passado. O procurador-geral (Solicitor General) D. John Sauer argumentou que a decisão do tribunal distrital "impede a aplicação da política escolhida pelo Executivo" de forma ampla. Ele defendeu a política, afirmando que o departamento "considerou oportunamente sua experiência anterior tanto ao determinar que tais intervenções não são medicamente necessárias quanto ao determinar que preocupações de segurança e de administração prisional justificaram, por si sós, uma mudança de política". O governo afirmou que a nova política é necessária para "manter a segurança institucional".7

Advogados de uma mulher transgênero e de dois homens transgêneros em prisões federais, que contestaram as regras, disseram que o departamento fornece tratamento hormonal a pessoas com disforia de gênero desde 1992 e que a nova política encerraria o tratamento de quase 1.000 presos sob sua custódia. Eles argumentaram que o governo não apresentou nenhuma evidência sobre se os tratamentos eram eficazes, ineficazes ou prejudiciais, e que não "apontou um único incidente de segurança" ligado à sua oferta. "O BOP interrompeu um tratamento que seus profissionais de saúde recomendavam havia décadas e o substituiu por psicoterapia", escreveram os advogados.7

Os advogados dos demandantes também escreveram que as justificativas para a mudança foram "forjadas para sustentar a exigência que o presidente Trump fez na ordem executiva". Os advogados dos presos pediram aos ministros que não "derrubassem um status quo de três décadas" a pedido do governo.3,7

A ordem não explicou o raciocínio da corte. Ela mantém a liminar de Lamberth enquanto o processo principal continua, e o departamento não pode, por ora, avançar com a política.4,6,7

Como cada lado contou

Esquerda

Os veículos de esquerda deram destaque à recusa da corte em permitir que o governo avançasse, com a manchete da NPR descrevendo a decisão como a manutenção de uma "pausa" na política, a MSNBC enquadrando-a como a corte rejeitando o governo Trump, e o resumo da NBC focando no que o Departamento de Prisões não pode mais fazer.

Centro

Os veículos de centro enfatizaram o resultado processual e a divisão interna, com a The Hill incluindo as dissidências de Thomas e Alito em sua manchete e a CBS News começando pela ordem sem assinatura de uma única linha e por um relato detalhado da política e do litígio.

Direita

Os veículos de direita enquadraram a decisão em torno dos efeitos da política sobre cirurgias e tratamentos, com o Washington Examiner destacando na manchete que a corte se recusou a permitir que Trump acabasse com cirurgias de transição para presos, o New York Post descrevendo a corte como bloqueadora do esforço de Trump para restringir tratamentos para pessoas transgêneras, e o Daily Signal ressaltando que a corte negou a Trump a regra prisional.

Fontes

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
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  7. 7
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Escrito por IA apenas a partir das reportagens listadas abaixo. Palavras carregadas são removidas, cada afirmação é atribuída a quem a fez e cada fato tem link para os veículos que o publicam. Se algo parecer errado, confira as fontes e nos avise.