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Bloco de Netanyahu (Netanyahu) lidera votação em Israel (Israel), mas fica sem maioria

Com quase todas as cédulas apuradas, o bloco do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem 53 cadeiras contra 48 do bloco de Gadi Eisenkot (Gadi Eisenkot), deixando ambos abaixo de 61 e os partidos árabes com recorde de 19.

Both News · Escrito por IA com base nas fontes citadas

Escrito a partir de 8 reportagens de veículos de todo o espectro

Atualizado:

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e seus aliados emergiram como o maior bloco na eleição parlamentar de Israel na terça-feira, mas ficaram aquém da maioria necessária para formar um governo, deixando o país diante de semanas de negociações e possível impasse.1,7,6

Com 99% das cédulas apuradas, o partido Likud (Likud) de Netanyahu e seus aliados de extrema-direita e ultraortodoxos estavam a caminho de conquistar 53 cadeiras no Knesset (Knesset), de 120 lugares, enquanto o bloco liderado pelo ex-chefe militar Gadi Eisenkot ficaria com 48 cadeiras, segundo resultados parciais. Um governo precisa de 61 cadeiras, de modo que nenhum lado pode governar sem apoio adicional.7,4,6

Os números inverteram as projeções da noite da eleição. Três emissoras israelenses projetaram inicialmente em pesquisas de boca de urna que o bloco da Mudança (Change) de Eisenkot venceria com 52 a 53 cadeiras contra 50 do bloco de Netanyahu, com a pesquisa de boca de urna da Kan 11 (Kan 11) apontando o Likud com 25 cadeiras e a aliança de Netanyahu com 50. À medida que a apuração avançou, as emissoras atualizaram as estimativas para empate em 51 cadeiras ou estreita vantagem de três cadeiras para Netanyahu, antes de a contagem oficial colocar seu bloco à frente por 53 a 54 cadeiras, dependendo do estágio da apuração. O New York Post (New York Post) atribuiu 17 cadeiras aos partidos árabes nas pesquisas de boca de urna; apurações posteriores os colocaram em 19.2,7,1,8

Os dois partidos de maioria árabe, o socialmente conservador Lista Árabe Unida (United Arab List), ou Ra'am (Ra'am), e o esquerdista Lista Conjunta (Joint List), estão a caminho de conquistar juntos 19 cadeiras, recorde que superaria o máximo anterior de 15 cadeiras e as 10 cadeiras que os partidos árabes tinham no Knesset de saída. As reportagens divergiram sobre o tamanho da população árabe, com o New York Post afirmando que os árabes israelenses representam cerca de 25% da população e a NPR (NPR) apontando cerca de 20%. A participação foi relatada em mais de 77%, descrita como a maior em mais de duas décadas, com o presidente Isaac Herzog (Isaac Herzog) indicando 77,7%, e o Daily Wire (Daily Wire) relatando 80% de participação árabe. Pelo menos 38 partidos concorreram ao Knesset.4,6,2,7,8

Na quarta-feira, o partido Likud de Netanyahu afirmou que as eleições foram "roubadas" pelos partidos árabes e disse estar apresentando provas à polícia. Netanyahu disse que as provas seriam entregues à polícia, ao serviço de segurança Shin Bet (Shin Bet) e ao Comitê Central de Eleições (Central Elections Committee), e mencionou declarações sobre o "envolvimento de entidades estrangeiras que interferiram e subornaram eleitores em favor dos partidos árabes", dizendo que eram "um choque sem precedentes". A polícia respondeu dizendo não haver comprovação investigativa para as alegações. O diretor-geral interino do Comitê Central de Eleições, Dean Livne (Dean Livne), disse em carta: "As eleições para o Knesset foram conduzidas de forma legal. A integridade das eleições nas seções eleitorais foi rigorosamente protegida e, até onde sabemos, não há base para alegações de violações sistemáticas da integridade eleitoral."1,6,4

O Qatar (Qatar) negou envolvimento após ser citado em conexão com as alegações. "Negamos categoricamente as alegações de que o Qatar interferiu nas eleições israelenses ou financiou quaisquer atividades destinadas a influenciar seu resultado", disse o país. O porta-voz do ministro das Relações Exteriores, Majed Al Ansari (Majed Al Ansari), disse que as acusações de certos políticos israelenses "lançaram mais uma campanha de desinformação com o objetivo de arrastar o Qatar para disputas políticas israelenses". Sami Abu Shehadeh (Sami Abu Shehadeh), presidente de um dos partidos da Lista Conjunta liderada por árabes, chamou as alegações de nova fase de "incitamento" contra grupos liderados por árabes, enquanto o líder do Ra'am, Mansour Abbas (Mansour Abbas), saudou qualquer investigação e disse que seu partido não tinha nada a ver com isso. Eisenkot disse que os atores políticos não deveriam "explorar as informações" ainda não esclarecidas "para minar os resultados oficiais".4

Tanto Netanyahu quanto Eisenkot disseram que deveriam ser encarregados de formar um governo. Eisenkot disse em comunicado: "Se estes forem os resultados finais, eles marcariam uma vitória", e depois disse a apoiadores: "A coalizão do fracasso perdeu a confiança do povo", acrescentando: "Trabalharei com meus parceiros para garantir que a decisão do povo seja traduzida em um governo sionista." O também líder da oposição Yair Lapid (Yair Lapid) disse: "O bloco de Netanyahu sofreu uma dura derrota", acrescentando: "Isto é um colapso total e o público mandou-os para casa." Eisenkot descartou incluir partidos árabes em seu governo antes da eleição, mas deixou em aberto alguma margem para colaboração sob condições que incluem que os partidos denunciem o "Hamas (Hamas) como organização terrorista que deve ser destruída".2,7,6

Netanyahu declarou na sede do Likud em Jerusalém (Jerusalem) que seu bloco de direita havia conquistado uma "grande maioria". "Devemos estabelecer um governo nacional forte de direita", disse ele. "É proibido, simplesmente proibido, colocar Israel em perigo formando um governo que dependa de partidos árabes antissionistas." Em declarações relatadas por meio de intérprete, ele também disse: "Devemos formar um governo nacional forte de direita. É isso que deve ser feito. Não devemos, não devemos colocar Israel em perigo e estabelecer um governo apoiado por partidos árabes antissionistas."7,1

Uma vez confirmados os resultados, Herzog realizará consultas com todas as facções e convidará o líder que ele acreditar ter a melhor chance de formar um governo, processo que pode levar semanas. Herzog disse esperar receber os resultados oficiais na próxima semana. "É uma medalha de honra para a sociedade israelense, e foi notável ver como é profundo o desejo de democracia em Israel", disse ele. "Devemos fazer tudo o que pudermos, certamente depois de ontem, para evitar outra rodada de eleições. Portanto, espero que todos que venham aqui venham com a mente aberta." As autoridades começaram a contar até 480.000 cédulas ausentes em envelope duplo, depositadas principalmente por soldados, prisioneiros, diplomatas e pacientes hospitalares, representando pouco menos de 10% dos votos e abaixo da previsão anterior de cerca de 600.000. O Comitê Central de Eleições disse que a contagem começou no início da quinta-feira, com a contagem completa prevista para a tarde de quinta-feira, mas os resultados oficiais finalizados só seriam divulgados em 4 de novembro, e não se esperava que os votos restantes mudassem materialmente o resultado, embora pudessem afetar a distribuição de cadeiras sob representação proporcional.7,4,6

Vários caminhos foram delineados, nenhum certo. Netanyahu precisaria de um dissidente dos parceiros de Eisenkot ou de um governo de unidade com Eisenkot, arranjo usado antes especialmente em tempos de guerra, mas uma autoridade ligada a Netanyahu chamou a deserção de impossível e Eisenkot e seus aliados descartaram a unidade. O bloco de Eisenkot combinado com as 19 cadeiras árabes ultrapassaria 61, e há uma forma técnica de os partidos árabes apoiá-lo de fora, mas os israelenses têm resistido a depender de partidos árabes em uma coalizão governante, especialmente após o 7 de outubro, e todos exceto um dos partidos judaicos prometeram não trabalhar com eles. O major-general reformado Nimrod Sheffer (Nimrod Sheffer), candidato do partido Democratas (Democrats) creditado com 9 a 10 cadeiras nas pesquisas de boca de urna, disse que o campo anti-Netanyahu se reuniu com líderes árabes para discutir um governo. Se nenhum lado tiver sucesso, Israel rumará para outra eleição.1,7,2

A votação de terça-feira foi a primeira desde os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 e as guerras que se seguiram em Gaza (Gaza), no Líbano (Lebanon) e no Irã (Iran), e foi vista como decisiva para a liderança e a trajetória dura, religiosa-nacionalista do país. Cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 251 foram tomadas como reféns no ataque, e dezenas de milhares de expatriados voaram para casa para votar. A campanha subsequente de Israel matou mais de 74.000 palestinos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza (Gaza Health Ministry), e Israel enfrenta acusações de genocídio, enquanto Netanyahu enfrenta um mandado de prisão internacional por supostos crimes de guerra. Uma pesquisa de julho de 2025 constatou que mais de 67% dos israelenses disseram não estar muito preocupados com o sofrimento em Gaza, enquanto apoiadores de Netanyahu disseram que as guerras de Gaza ao Líbano e ao Irã restauraram a segurança.6,7

Uma autoridade dos EUA (U.S.) confirmou que Netanyahu pressionou por ataques ao Irã antes da eleição, ponto também levantado por autoridades de defesa israelenses, e a NPR relatou que os EUA e Israel poderiam estar se preparando para grandes ataques que poderiam ocorrer após as eleições de meio de mandato nos EUA. Na festa da noite eleitoral de Netanyahu, telas mostravam soldados, ataques aéreos e o presidente Trump (Trump) apertando as mãos e declarando apoio a Netanyahu, e Trump instou os eleitores a reeleger Netanyahu para "terminar o trabalho que começamos". O analista israelense Danny Citrinowitz (Danny Citrinowitz) disse que Eisenkot provavelmente enfrentaria pressão para se juntar a um governo de unidade se Netanyahu avançar com Washington (Washington) contra o Irã. "Netanyahu definitivamente tem incentivo para ir à guerra, ele entende que voltar à guerra contra o Irã enquanto forma um governo atenderá ao seu interesse", disse Citrinowitz. O alto comissário da ONU (U.N.) para os Direitos Humanos, Volker Türk (Volker Türk), disse esperar que um novo governo "mude de rumo massivamente" e respeite o direito internacional, dizendo: "Israel tem suas obrigações sob o direito internacional, o direito humanitário internacional, o direito internacional dos direitos humanos, e precisa respeitá-las."1,6,4

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Fontes

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